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sexta-feira, 6 de abril de 2007

Ayrton Senna do Brasil - Orgulhem-se... ele é nosso!

Há alguns dias atrás, eu disse que se a década de 80 tivesse um nome, seu nome seria Cazuza. E hoje eu digo que se a referida década tivesse um sobrenome, certamente seria Senna.

Recuso-me a fazer qualquer pesquisa em cima de textos para escrever esse post. Porque Senna está acima de qualquer palavra. Senna é sentimento. Senna é emoção. Dizem que a Seleção Brasileira é a pátria de chuteiras, e se é assim, Senna era a pátria em quatro rodas. Ao vê-lo vestido naquele macacão e usando capacete, víamos nele um herói indo para o campo de batalha trajando sua armadura, e ao final de cada vitória empunhava nossa bandeira como se fosse uma espada, pra mostrar ao mundo quem era o vencedor. Senna fez-nos sentir vencedores. Senna transformou simples, monótonos, e até tediosos domingos em domingos com “D” maiúsculo. Não havia ressaca que impedisse sequer um brasileiro de acordar cedinho para vê-lo em ação. E que se danasse o almoço se a corrida fosse ao meio dia. O estômago podia esperar, mas Senna não. Até porque, Senna não esperava. Senna passava sem pedir licença. Senna sabia que para nós brasileiros, segundo e último lugar são a mesma coisa. Por isso, Senna sempre estava lá, no lugar mais alto do Podium, fazendo tanto seus oponentes, quanto seus admiradores curvarem o pescoço para reverenciar seu talento.

Senna gostava de pilotar na chuva, enquanto seus adversários odiavam. E a velha frase de que “só falta fazer chover” não se aplicava a Senna. Quase todo domingo Senna fazia chover Champanhe, adoçando e embriagando nossos corações de pura alegria. Panpanpan... panpanpan... Ayrton Senna do Brasilllllll!!!



Créditos: Roberto L. - Museu Anos 80 - http://museuanosoitenta.blogspot.com

2 comentários:

Doris Altmann disse...

Que saudade daqueles domingos, era tudo tão certo... acordar da balada de sábado, aquele cheirinho de almoço especial e o Senna já aprontando das suas!
Ouvia-se o tão tradicional "AIRTON SENNA DO BRASILLL!!!", ele agitando sua bandeirinha - e só aí era a hora de ir pra mesa, todo mundo comentando a corrida, sorriso no rosto.
Não éramos nós que estávamos dentro daquele carro todo domingo, mas parecia, né? Ahhh... parecia.

berna disse...

Odeio fórmula 1. Disso eu não tenho saudades.