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domingo, 15 de abril de 2007

Roque Santeiro




Durante oito meses, mais precisamente do dia 24 de junho de 1985 a 22 de fevereiro de 1986, o Brasil não desgrudou os olhos da TV para assistir uma das maiores tramas da dramaturgia brasileira – Roque Santeiro.

Recheada de personagens marcantes interpretados por atores de primeiro escalão, na minha humilde opinião no melhor de suas fases, Roque Santeiro tornou-se uma febre, atingindo uma impressionante marca de 78% de audiência no Rio de Janeiro e 74% em São Paulo, números estes que até hoje não foram batidos, sendo que no capítulo final, atingiu 100 pontos de audiência, igualando-se a “Selva de Pedra”, novela de Janete Clair, exibida em 1972, também pela Rede Globo.

Um dos pontos fortes de Roque Santeiro, é que sendo todos os seus personagens bem definidos, não havia coadjuvante. Volta e meia um tomava a postura de personagem principal, conforme a trama se desenvolvia. E todos fizeram bonito. Impossível dizer que esse ou aquele foi o responsável pelo sucesso da novela.

Roque Santeiro já havia sido incluída na programação da Rede Globo anteriormente, mais precisamente no ano de 1975, porém no dia de sua estréia foi recebido um ofício do Governo Federal proibindo a veiculação da mesma.

A novela abordava temas polêmicos (se hoje em dia ainda são, imagine naquela época) como o “Coronelismo”, na configuração do personagem “Sinhozinho Malta” (Lima Duarte); o “Socialismo”, na presença do “Padre Albano” ou “Padre Vermelho”. Este personagem, interpretado por Cláudio Cavalcanti, ainda gerava outra polêmica, se envolvendo amorosamente com “Tânia Malta” (Lídia Brondi); a corrupção e conivência de políticos, simbolizado pelo personagem do prefeito de “Asa Branca”, mais conhecido como “Florindo Abelha” (Ary Fontoura); e a ingenuidade do povo, que têm as esperanças depositadas numa farsa. Farsa esta que alimenta o comércio local e a prosperidade da cidade na lenda de “Roque Santeiro”.

Em março de 2006, Lima Duarte disse estar cansado de fazer novela, pois estão escrevendo a mesma história há 40 anos. Concordo plenamente. Porém, toda regra tem sua exceção. E a exceção é Roque Santeiro.

Tô certo... ou tô errado?

(Entrevista: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u59129.shtml )


Trama, elenco, participações e curiosidades sobre Roque Santeiro em Wikipédia.

6 comentários:

Encarando o Duende disse...

"Um dos pontos fortes de Roque Santeiro, é que sendo todos os seus personagens bem definidos, não havia coadjuvante. Volta e meia um tomava a postura de personagem principal, conforme a trama se desenvolvia. E todos fizeram bonito. Impossível dizer que esse ou aquele foi o responsável pelo sucesso da novela."

Isso ai foi o grande diferencial da novela...umas das melhores da Globo!!!

Legal teu blog cara!!

andre disse...

hahahahahha

Eu to certo ou to errado?
eu vi a novela so na reprise, pois na epoca eu ainda nem tinha nascido...rsrs

Harlei Cursino Vieira disse...

Essa foi uma das melhores novelas que eu assisti. Na época, eu tinha 8 anos e era doido pela Ninon(Cláudia Raia). Ela, naquela época, já me deixava muito excitado. Sofri um acidente e, lá nos hospital gostava de assistir a novela, só que não sabia que a novela era proibida para menores. Assisti também,as duas reprises. Brilhante aquela reprise feita em 2001. Essa novela é atemporal, a qualquer momento que a globo colocá-la no ar, sempre terá audiência, pois marcou época e deixou saudades!

Harlei Cursino Vieira disse...

Essa música é da novela: Roque Santeiro:
Santa Fé
Moraes Moreira
Composição: Indisponível

D
Ba ba ba ba bateu, bateu meu coração
F#m Fm Em A7 D
Minha cabeça en lou que ceu

Ta ta ta ta ta também tocou
F#m Fm Em A7 D
Falou pro nosso amor falou e de sa pa re ceu
A7
E Deus
D Em A7
Deus e o Diabo na Terra sem guarda-chuva
D Db C
Sem bandeira, bem ou mal
B7 Em Gm
Ninguém destrói essa guerra
D A7 D
Plantando brisa e colhendo vendaval
D Em A7
Não sou nenhum São Tomé no que eu não vejo
D Db C
Eu ainda levo fé
B7 Em Gm
Eu quero a felicidade
Dm A7 Dm
Mas a tristeza anda pegando no meu pé
C F
Tem gente falando com a lua, gente chorando na praça
Bb A7 Dm
Menino querendo rango, nego bebendo cachaça
C7 F
E a cada minuto que passa tem muita gente chegando
Bb A7 Dm

Harlei Cursino Vieira - Harlei DJ disse...

Mistérios da Meia-Noite
Zé Ramalho
Composição: Indisponível

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada se apaixonou...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

DJ Harlei disse...

Harlei Cursino Vieira - Harlei DJ disse: eu já toquei esta música na Faculdade Planalto:

Mistérios da Meia-Noite
Zé Ramalho
Composição: Zé Ramalho
Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada se apaixonou...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

Naquele mesmo tempo
No mesmo povoado se entregou
Ao seu amor porque?
Não quis ficar como os beatos
Nem mesmo entre Deus
Ou o capeta
Que viveu na feira...

Mistérios da Meia-Noite
Que voam longe
Que você nunca
Não sabe nunca
Se vão se ficam
Quem vai quem foi...

Impérios de um lobisomem
Que fosse um homem
De uma menina tão desgarrada
Desamparada, seu professor...

18 de Junho de 2008 21:50